Ahhh… Quanta beleza existe no não saber…

Ahhh… Quanta beleza existe no não saber… Como é intrigante o universo da dúvida… E exuberante a inquietação da falta de respostas.

Será que não é exatamente isso que significa estar vivo?

Admitir nossa ignorância nos permite abandonar certezas para aprender de novo e de novo, quantas vezes forem necessárias.

Saber que não sabemos quase nada é ter humildade para aceitar que há coisas que, simplesmente, nunca saberemos. E, ainda assim, continuar buscando.

A tranquilidade da certeza paralisa. A angústia da dúvida movimenta. O prazer da descoberta revigora.

Mas cada nova descoberta nos coloca diante de novas dúvidas!!

Será, então, que esse ballet da dúvida, descoberta, dúvida não é a grande dança do prazer permanente?

Será que não é isso que chamam de felicidade?

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