O poder da linguagem – Parte 3

O que há de errado com a esperança?

Hoje eu vou falar sobre a palavra esperança. Se você não viu os vídeos anteriores, assiste lá porque eu tenho comentado sobre o poder da comunicação nas nossas vidas, tanto na área pessoal, quanto profissional, e a força, o efeito de algumas palavras.

Então… a palavra esperança, eu acho linda… Mas a questão é que, às vezes, em algumas circunstâncias, ela é usada de forma errada. O que acontece é que, no cérebro, ela cria duas imagens: uma de um resultado positivo, de realização, concretização… e outra de um resultado negativo. Ou seja, “esperança”, dependendo do contexto, da situação em que é usada, ela abre a possibilidade pra dúvida. E as duas imagens, no nosso cérebro, têm o mesmo peso.

A não ser que “ter esperança” seja realmente a melhor coisa, a única coisa que você pode fazer em relação a algo, uma palavra melhor que pode ser usada é “prever”. Quando você estiver falando sobre projeto, objetivos, metas, resultados, use “prever”. Existe uma grande diferença entre você dizer que “tem esperança de que algo aconteça” e você “prever que algo aconteça”. Nenhuma das duas frases dá certeza absoluta de nada, mas percebe como “prever” carrega uma conotação muito mais positiva? É sutil, mas a comunicação eficiente é feita de sutilezas e das sensações que as palavras provocam. Olha só como isso é poderoso!

E se você está tentando tentado alguma coisa e não está conseguindo é pra você o próximo vídeo… Ou se você conhece alguém que tá nessa situação, marca essa pessoa aqui pra que ela também acompanhe o que eu tenho pra falar sobre a palavra “tentar”. E até mais…

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